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REJEIÇÃO (2)

Jesus de Nazaré, Orgulho  •  Sermon  •  Submitted
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Notes & Transcripts

INTRODUÇÃO

No capítulo anterior, vimos como a falta de frutos na vida é consequência de uma vida que não se importa com o Senhor;
Não se importa com a oração, com a Bíblia, com a comunhão dos santos, com o uso dos seus dons, etc.
Essa desimportância, esse desinteresse, gera uma vida infrutífera;
No capítulo 12, vemos como essas vidas, por fim, não apenas ficam sem frutos, mas acabam rejeitando a Jesus de Nazaré.
SER INFRUTÍFERO NOS LEVA À REJEIÇÃO.
Em , começamos a perceber o orgulho dos que rejeitam pela parábola dos lavradores maus.

A PARÁBOLA DOS LAVRADORES MAUS

Marcos 12.1 RAStr
Depois, entrou Jesus a falar-lhes por parábola: Um homem plantou uma vinha, cercou-a de uma sebe, construiu um lagar, edificou uma torre, arrendou-a a uns lavradores e ausentou-se do país.
Este homem que plantou a vinha é Deus;
Imagine alguém plantando uma vinha, cercando de uma cerca viva (sebe), depois construído um tanque, perto da vinha, onde ele e seus funcionários pisavam nas uvas para extrair o suco e fazer o vinho;
Depois, este homem construiu uma torre bem alta, talvez para identificar a fazenda e também para supervisionar tudo o que era feito dentro dela;
Então, ele alugou para outras pessoas e se mudou para outro país;
Entenda que o próprio Deus é este homem e Israel é sua vinha (, )
Salmo 80.8 RAStr
Trouxeste uma videira do Egito, expulsaste as nações e a plantaste.
Salmo 80.8 RA
Trouxeste uma videira do Egito, expulsaste as nações e a plantaste.
Isaías 5.1–2 RA
Agora, cantarei ao meu amado o cântico do meu amado a respeito da sua vinha. O meu amado teve uma vinha num outeiro fertilíssimo. Sachou-a, limpou-a das pedras e a plantou de vides escolhidas; edificou no meio dela uma torre e também abriu um lagar. Ele esperava que desse uvas boas, mas deu uvas bravas.
Isaías 5.1–2 RAStr
Agora, cantarei ao meu amado o cântico do meu amado a respeito da sua vinha. O meu amado teve uma vinha num outeiro fertilíssimo. Sachou-a, limpou-a das pedras e a plantou de vides escolhidas; edificou no meio dela uma torre e também abriu um lagar. Ele esperava que desse uvas boas, mas deu uvas bravas.
A partir do verso 2, a tensão começa na parábola de Jesus;
Marcos 12.2–12 RA
No tempo da colheita, enviou um servo aos lavradores para que recebesse deles dos frutos da vinha; eles, porém, o agarraram, espancaram e o despacharam vazio. De novo, lhes enviou outro servo, e eles o esbordoaram na cabeça e o insultaram. Ainda outro lhes mandou, e a este mataram. Muitos outros lhes enviou, dos quais espancaram uns e mataram outros. Restava-lhe ainda um, seu filho amado; a este lhes enviou, por fim, dizendo: Respeitarão a meu filho. Mas os tais lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; ora, vamos, matemo-lo, e a herança será nossa. E, agarrando-o, mataram-no e o atiraram para fora da vinha. Que fará, pois, o dono da vinha? Virá, exterminará aqueles lavradores e passará a vinha a outros. Ainda não lestes esta Escritura: A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular; isto procede do Senhor, e é maravilhoso aos nossos olhos? E procuravam prendê-lo, mas temiam o povo; porque compreenderam que contra eles proferira esta parábola. Então, desistindo, retiraram-se.
Marcos 12.2–9 RA
No tempo da colheita, enviou um servo aos lavradores para que recebesse deles dos frutos da vinha; eles, porém, o agarraram, espancaram e o despacharam vazio. De novo, lhes enviou outro servo, e eles o esbordoaram na cabeça e o insultaram. Ainda outro lhes mandou, e a este mataram. Muitos outros lhes enviou, dos quais espancaram uns e mataram outros. Restava-lhe ainda um, seu filho amado; a este lhes enviou, por fim, dizendo: Respeitarão a meu filho. Mas os tais lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; ora, vamos, matemo-lo, e a herança será nossa. E, agarrando-o, mataram-no e o atiraram para fora da vinha. Que fará, pois, o dono da vinha? Virá, exterminará aqueles lavradores e passará a vinha a outros.
Especialmente o verso 10 diz que o Filho foi rejeitado;
Por qual razão?
Porque aqueles que viviam na vinha e cuidavam da vinha não possuíam intimidade muito menos lealdade ao dono e senhor da vinha;
Marcos 12.10 RA
Ainda não lestes esta Escritura: A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular;
Marcos 12.11 RA
isto procede do Senhor, e é maravilhoso aos nossos olhos?
Está é uma citação do .
Salmo 118.22–23 RA
A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular; isto procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos.
Esta parábola tem um significado óbvio: A vinha é o povo de Deus e quem a plantou foi o próprio Deus;
Os líderes religiosos deveriam cuidar da vinha, mas eles acabaram se tornando inquilinos infiéis;
Os servos enviados e mortos são os profetas do AT;
O mensageiro final é o próprio Filho de Deus, Jesus;
Os líderes religiosos, devido à sua infidelidade, não seriam mais responsáveis pelo povo de Deus.
Os judeus rejeitaram a Jesus por orgulho e seu orgulho é uma representação clara de toda a humanidade;
A segunda parte deste capítulo nos fala sobre impostos.

A QUESTÃO SOBRE OS IMPOSTOS

Marcos 12.13–17 RA
E enviaram-lhe alguns dos fariseus e dos herodianos, para que o apanhassem em alguma palavra. Chegando, disseram-lhe: Mestre, sabemos que és verdadeiro e não te importas com quem quer que seja, porque não olhas a aparência dos homens; antes, segundo a verdade, ensinas o caminho de Deus; é lícito pagar tributo a César ou não? Devemos ou não devemos pagar? Mas Jesus, percebendo-lhes a hipocrisia, respondeu: Por que me experimentais? Trazei-me um denário para que eu o veja. E eles lho trouxeram. Perguntou-lhes: De quem é esta efígie e inscrição? Responderam: De César. Disse-lhes, então, Jesus: Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. E muito se admiraram dele.
Herodianos: um partido político que apoiava Herodes Antipas;
Fariseus: um grupo religioso judeu;
IMAGEM DE UM DENÁRIO DE PRATA
A resposta de Jesus deixa claro que seus discípulos deveriam se sujeitar às autoridades políticas, desde que essa sujeição não comprometesse sua sujeição ao próprio Jesus;
Interessante: a moeda do denário pertencia a César porque carregava a imagem de César — e a vida do povo de Deus deve pertencer a Deus por esta carregar a imagem de Deus;
Em seu orgulho, queriam levam a Jesus à uma confusão mental que o fizesse ficar mal com os romanos, visto que todos os judeus reclamavam de pagar impostos;
Dos versos 18 a 27, Jesus deixa de falar com os fariseus e dirige-se aos saduceus, um outro grupo religioso judeu;
A conversa é sobre:

A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS

Marcos 12.18–27 RA
Então, os saduceus, que dizem não haver ressurreição, aproximaram-se dele e lhe perguntaram, dizendo: Mestre, Moisés nos deixou escrito que, se morrer o irmão de alguém e deixar mulher sem filhos, seu irmão a tome como esposa e suscite descendência a seu irmão. Ora, havia sete irmãos; o primeiro casou e morreu sem deixar descendência; o segundo desposou a viúva e morreu, também sem deixar descendência; e o terceiro, da mesma forma. E, assim, os sete não deixaram descendência. Por fim, depois de todos, morreu também a mulher. Na ressurreição, quando eles ressuscitarem, de qual deles será ela a esposa? Porque os sete a desposaram. Respondeu-lhes Jesus: Não provém o vosso erro de não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de Deus? Pois, quando ressuscitarem de entre os mortos, nem casarão, nem se darão em casamento; porém, são como os anjos nos céus. Quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido no Livro de Moisés, no trecho referente à sarça, como Deus lhe falou: Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus de mortos, e sim de vivos. Laborais em grande erro.
Estes saduceus era um grupo religioso associado aos sacerdotes e se distinguiam dos fariseus;
Eles nao acreditavam na ressurreição dos mortos;
Curiosamente, Marcos não coloca os saduceus dentre aqueles que quiseram matar Jesus;
Os saduceus apresentam uma situação hipotética sobre a ressurreição corporal. Sua intenção é propor um enigma baseado em uma lei de OT para discordar da visão de Jesus sobre a ressurreição. Sua resposta, entretanto, condena-os por não entender as Escrituras e negar o poder de Deus.
A parte seguinte nos conta do grande mandamento:

O AMOR

Marcos 12.28–34 RA
Chegando um dos escribas, tendo ouvido a discussão entre eles, vendo como Jesus lhes houvera respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o principal de todos os mandamentos? Respondeu Jesus: O principal é: Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força. O segundo é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes. Disse-lhe o escriba: Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que ele é o único, e não há outro senão ele, e que amar a Deus de todo o coração e de todo o entendimento e de toda a força, e amar ao próximo como a si mesmo excede a todos os holocaustos e sacrifícios. Vendo Jesus que ele havia respondido sabiamente, declarou-lhe: Não estás longe do reino de Deus. E já ninguém mais ousava interrogá-lo.
Jesus deixa claro que o caminho da salvação passa pelo amor;
O orgulho impede o amor;
O amor é um sinal de que o orgulho morreu;
O amor é dar ao outro o que o outro não merece;
No trecho final do capítulo, Jesus está templo ensinando, debatendo e observando tudo o que ali acontece;

JESUS NO TEMPLO

Marcos 12.35–44 RA
Jesus, ensinando no templo, perguntou: Como dizem os escribas que o Cristo é filho de Davi? O próprio Davi falou, pelo Espírito Santo: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés. O mesmo Davi chama-lhe Senhor; como, pois, é ele seu filho? E a grande multidão o ouvia com prazer. E, ao ensinar, dizia ele: Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com vestes talares e das saudações nas praças; e das primeiras cadeiras nas sinagogas e dos primeiros lugares nos banquetes; os quais devoram as casas das viúvas e, para o justificar, fazem longas orações; estes sofrerão juízo muito mais severo. Assentado diante do gazofilácio, observava Jesus como o povo lançava ali o dinheiro. Ora, muitos ricos depositavam grandes quantias. Vindo, porém, uma viúva pobre, depositou duas pequenas moedas correspondentes a um quadrante. E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta viúva pobre depositou no gazofilácio mais do que o fizeram todos os ofertantes. Porque todos eles ofertaram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento.

CONCLUSÃO

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