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A videira e seus ramos

Os frutos em nossos trabalhos  •  Sermon  •  Submitted
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Notes & Transcripts

Introdução

Jesus utiliza-se da metáfora de uma vinha com os seus discípulos, para fixa na mente dos mesmo a verdadeira essência de seu trabalho. Essa metáfora da vinha era bem conhecida pelos seu discípulos, os quais relembravam os ensinamentos dos profetas do AT. Os profetas do AT utilizada essa metáfora com referência, ao povo de Israel.

Na região montanhosa de Canaã, era comum o cultivo da videira. Geralmente, ao redor das vinhas se construía um muro de proteção (Sl 80:8–13; Pv 24:30–31; Is 5:5). As uvas, as passas, o açúcar e o vinho faziam parte da dieta do israelita (1 Sm 25:18). Jesus usou a imagem da videira para referir-se a si mesmo e ao seu relacionamento com os seus discípulos (Jo 15).

Não produzir frutos

Os profetas do AT utilizada essa metáfora com referência, ao povo de Israel.
Isaías 5.7 RAStr
Porque a vinha do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a planta dileta do Senhor; este desejou que exercessem juízo, e eis aí quebrantamento da lei; justiça, e eis aí clamor.
7Porque a vinha do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a planta dileta do Senhor; este desejou que exercessem juízo, e eis aí quebrantamento da lei; justiça, e eis aí clamor.
Como igrejas podemos nos pergunta, quais as lições que podemos tirar hoje dessa metáfora da vinha, para nossa vida espiritual. Essa metáfora tem muito a nos ensinar, como devemos frutificamos para Deus, em continuidade com o discípulado.
Texto :
João 15.1–5 RAStr
Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor.Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda.Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado;permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim.Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.
João 15.1–5 RAStr
Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor.Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda.Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado;permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim.Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.
joão
joão 15.1-5,8

Frutificação para o reino de Deus

Ao refletir sobre o texto fui chegando á conclusão de que a capacidade de dar frutos é um tema mais bíblico para avaliar o ministério do que sucesso ou fidelidade. Como sabemos, Jesus disse aos discípulos que Eles deveriam dar "muitos frutos"(). Paulo foi ainda mais específico. Ele se referiu ás conversões como "frutos", quando expôs seu desejo de pregar em Roma : "para conseguir alguns frutos entre vós, como também entre os demais gentios" ().

Igreja como horticultura

Paulo comparou a nutrição pastoral da congregação com a horticultura. Ele disse aos cristão de Corinto que eles eram "lavoura "de Deus, na qual alguns ministros plantavam, outros regavam e alguns colhiam ().
A metáfora da lavoura mostra que o sucesso e a fidelidade não são, em si mesmo, critérios suficientes para avaliarmos o ministério. Os agricultores têm de ser fiel no trabalho, mas também precisam ter conhecimento do assunto. No final de tudo, porém, o grau da prosperidade da lavoura ( ou do ministério) é determinado por fatores que vão além do controle do lavrador.

Os frutos como o discípulado

O discípulado de Jesus é apresentado como frutifico para o avanço de seus reino. Os frutos apresentado na metáfora de videira em são visto como uma continuidade dos ensinos de Jesus ou uma amplitude do verdadeiro discípulado.
João 15.8 RAStr
Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis meus discípulos.
A frutificação do discípulado apresenta o caminho para o verdadeiro discípulado deJesus.

Frutos do discípulado

“Obreiros Evangélicos”.pág.430, iBooks.
Trecho de: Ellen G. White. “Obreiros Evangélicos”.pág.430, iBooks.
“Obreiros Evangélicos”.pág.430, iBooks.
Trecho de: Ellen G. White. “Obreiros Evangélicos”. iBooks.
2. “O Senhor Deus de Israel tem fome de frutos. Ele pede a Seus obreiros que se ramifiquem mais do que o estão fazendo. — Carta 96, 1902.”
Trecho de: Ellen G. White. “Evangelismo”. iBooks.

Qual seria o agricultor que trabalho duro em sua vinha não espera por colher o que plantou. Se ele trabalho em sua vinha com todos os recurso disponível ao seu alcance, é essa não produziu frutos como deveria, esta vinha infrutifica para nada mais serve; apenas para ser cortada e lançada ou fogo.
texto:
João 15.6 RAStr
Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam.
joão 15
Mateus 3.6 RAStr
e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados.
Mateus 3.10 RAStr
Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo.
mt 3.
João 15.2 RAStr
Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda.
A permanência em Jesus é a centralidade para a produção dos frutos na obra do Senhor . Muitas vezes podemos estar em Cristo, mais não estando produzido frutos, para o grande agriculto que e o próprio Deus.
Jesus enfatiza a permanência de seus discípulos em si. Mas, por outro lada, fortifica a produção dos frutos em seu discípulado. O verdadeiro discípulado e a essência da permanência em Cristo.
Ellen White em uma de suas cartas diz: “O Senhor Deus de Israel tem fome de frutos. Ele pede a Seus obreiros que se ramifiquem mais do que o estão fazendo. — Carta 96, 1902.”
“O Senhor Deus de Israel tem fome de frutos. Ele pede a Seus obreiros que se ramifiquem mais do que o estão fazendo. — Carta 96, 1902.”

Conclusão

Muitas vezes podemos ser frentes na igreja, mas não esta produzindo frutos para Deus .
O verdadeiro discípulado requer compromisso para produção de frutos .
Quando se comprometemos com o verdadeiro discípulado, os frutos apareceram pela consequência do nosso compromisso com Deus.
Trecho de: Ellen G. White. “Evangelismo”. iBooks.
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