Sermon Tone Analysis

Overall tone of the sermon

This automated analysis scores the text on the likely presence of emotional, language, and social tones. There are no right or wrong scores; this is just an indication of tones readers or listeners may pick up from the text.
A score of 0.5 or higher indicates the tone is likely present.
Emotion Tone
Anger
0.08UNLIKELY
Disgust
0.09UNLIKELY
Fear
0.11UNLIKELY
Joy
0.22UNLIKELY
Sadness
0.16UNLIKELY
Language Tone
Analytical
0UNLIKELY
Confident
0.02UNLIKELY
Tentative
0UNLIKELY
Social Tone
Openness
0.05UNLIKELY
Conscientiousness
0.13UNLIKELY
Extraversion
0.45UNLIKELY
Agreeableness
0.6LIKELY
Emotional Range
0.2UNLIKELY

Tone of specific sentences

Tones
Emotion
Anger
Disgust
Fear
Joy
Sadness
Language
Analytical
Confident
Tentative
Social Tendencies
Openness
Conscientiousness
Extraversion
Agreeableness
Emotional Range
Anger
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.8 - .9
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Introdução
Estamos em um local conhecido, com o qual temos uma relação afetiva enorme.
Cada um de nós pode lembrar dos melhores momentos passados aqui, em um tempo remoto.
Vínhamos muito aqui no nosso tempo de adolescente e juventude.
Tínhamos entre 13 e 23 anos, mais ou menos.
Tínhamos sonhos, aspirações e ambições.
O que nos unia naquele tempo era o que nos identifica até hoje: a fé em Jesus.
Vivíamos boa parte da semana na Igreja.
O domingo, às vezes, era o dia todo.
Sábado de manhã, futebol.
À noite, Reunião de Oração na casa de alguém.
Quando dava, durante a semana nos encontrávamos na igreja.
Às vezes, só pra conversar.
A comunhão que existia entre nós era de suportar uns aos outros, chorando com os que choravam e se alegrando com os que estavam alegres.
Assim, muitas amizades seguem até hoje.
Alguns relacionamentos terminaram em casamentos e filhos.
Mas o tempo passou.
Não somos mais quem éramos.
Não somos nem mesmo quem achávamos que seríamos.
Mais de 30 anos depois, o mundo hoje é outro.
E nós, mudamos com ele.
No entanto, estamos aqui.
É um tempo para parar e analisar onde estamos.
Como chegamos aqui e, para onde vamos.
Texto
1  1 Sucedeu, depois da morte de Moisés, servo do SENHOR, que este falou a Josué, filho de Num, servidor de Moisés, dizendo: 2 Moisés, meu servo, é morto; dispõe-te, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel.
3 Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés.
4 Desde o deserto e o Líbano até ao grande rio, o rio Eufrates, toda a terra dos heteus e até ao mar Grande para o poente do sol será o vosso limite.
5 Ninguém te poderá resistir todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei, nem te desampararei.
6 Sê forte e corajoso, porque tu farás este povo herdar a terra que, sob juramento, prometi dar a seus pais.
7 Tão somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares.
8 Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido.
9 Não to mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares.
1o Movimento
Conhecemos bem este texto.
Deus chama Josué e comunica a ele que Moisés, que havia guiado o povo até ali, está morto.
Josué, como braço-direito de Moisés, deve continuar no comando da jornada.
Mas a jornada até ali não foi simples.
O povo que era escravo no Egito foi liberto por Deus.
Relembrando: Deus envia 10 pragas ao Egito pra obrigar Faraó a deixar o Seu povo ir embora, livre.
Depois de deixar o povo ir, Faraó muda de ideia e vai atrás do povo.
O povo de Deus chega ao fim do caminho, num beco sem saída, às margens do Mar Vermelho, com o exército atrás.
O que acontece?
Ex 14:15 “Disse o Senhor a Moisés: Por que clamas a mim?
Dize aos filhos de Israel que marchem.”
Deus abre o Mar para o povo passar.
E quando chega do outro lado, o mar se fecha, livrando o povo de uma vez do exército de Faraó.
Mas o problema só estava começando.
Porque o maior inimigo não era o exército de Faraó.
Era o coração do próprio povo.
Este povo não confia em Deus.
Moisés sobe no Monte para receber as tábuas da Lei.
O povo acha que ele está demorando.
Fica com medo e constrói um bezerro de ouro para ser o seu Deus.
E, seja desta vez, quando construíram um bezerro de ouro para adorar ou quando alguns fizeram um complô pra derrubar Moisés, o tempo todo, não confiam em Deus.
Reclamam que não tem água.
Deus dá água, vinda da rocha.
Reclamam que não têm comida.
Deus dá o maná.
Quando estão perto da Terra Prometida, e vão espiar a terra, dos 12, apenas 2 dizem que a Terra é boa.
Os outros 10 preferem reclamar dos gigantes que habitam na terra.
Por causa disso, Deus faz com que aquela geração ande pelo deserto por 40 anos para que morra e não entre na Terra Prometida.
É esta nova geração que está junto com Josué quando ele recebe a notícia de que Moisés morreu.
2o Movimento
Como você chegou aqui?
Imagine que houve um lapso de tempo e nunca nos encontramos nestes anos todos.
Como é a sua vida com Deus?
É a mesma de quando você estava nos seus tempos de adolescência?
Como é a sua participação na Igreja?
Você tem participado de alguma igreja, ou tem pulado de galho-em-galho?
Vamos vivendo a vida e não nos damos conta das coisas que vão mudando.
Pequenas concessões que vamos fazendo ao que antes chamávamos de mundo.
Comportamentos que antes eram condenados, agora, são compreendidos,
às vezes aceitos e, outras, praticados.
Convicções que alimentávamos, hoje não passam de palavras, muitas vezes, sem sentido.
O fogo, a paixão dos primeiros anos no Evangelho, uma pálida chama que de vez em quando parece apagar.
Onde nos perdemos?
Você já se fez esta pergunta?
Você está satisfeito?
Quando mais novos, estávamos sempre em busca de algo mais com Deus.
E hoje?
É suficiente ir à Igreja em datas especiais e orar somente antes das refeições, quando oramos?
Claro, existe sempre a resposta cínica.
Do tipo, “agora enxergo as coisas como elas realmente são”, ou “eu era ingênuo”.
“A igreja tem muita hipocrisia...”
É isso, realmente?
Ou é só desculpa?
Mera racionalização para fugir da questão que realmente importa:
Vivo a vida que eu gostaria de viver?
Vivo a vida que Deus quer que eu viva?
Trabalho, vida familiar, responsabilidades...
pra maioria de nós, tudo isso veio ao longo do tempo e usamos como desculpas para não mantermos a mesma comunhão com Deus que mantínhamos na juventude.
Mas Deus é o mesmo.
E a fé Nele, tem que ser a mesma.
O mesmo Deus que tocou no seu coração em Bananal há uns 30 anos é o Deus que está falando hoje aqui.
O mesmo Deus que, através do Espírito Santo, te fez jogar graveto na fogueira, é o Deus que está querendo tocar no seu coração hoje.
O mesmo Deus que te transformou no passado é o Deus que quer continuar a te transformar.
Hoje e para sempre.
Porque a obra Dele ainda não terminou.
3o Movimento
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